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Estúpido Aluga-se

A estupidez é o nosso melhor produto, por isso para exportação é favor contactar o Estúpido. https://www.facebook.com/ricardo.santos.5095

Estúpido Aluga-se

A força de muitos, destrona a fraqueza de um.

A man wanting to jump off a bridge in London, talked round by absolute strangers who proceeded to hold him for an hour until help arrived to get him down safely

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Numa sociedade egoísta camuflada pela interacção das redes sociais, é cada vez mais recorrente ver o desespero tomar conta do individuo, felizmente muitas vezes o que essas pessoas necessitam é de desabafar com alguém não virtual ou um abraço no silêncio.

É necessário uma boa dose de paciência para gente parva.

No hospital um utente pede o livro de reclamações porque o ATM não lhe deu o dinheiro, o diálogo que se segue é delicioso:

Gostaria apenas de informar a senhora que o livro de reclamações é para reclamar de serviços hospitalares e não de serviços externos ao mesmo.
-Não quero saber, está dentro do hospital é da vossa responsabilidade, quero um documento assinado por vós em como a máquina não deu o dinheiro.
Estimada, o hospital não se pode responsabilizar pela falha da máquina que é pertença do banco.
-Deixe de ser parvo, a máquina está cá dentro não está?
Peço desculpa a observação, mas a senhora quando vai a um ATM num qualquer prédio, se a máquina não der o dinheiro a senhora vai bater na janela do vizinho para solicitar um documento assinado do condomínio?
-A sua observação é parva, tal como você.


Abandonou o serviço descontente com a sua própria estupidez, o que é sempre de salutar.

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Não sejamos hipócritas.

O governo criou uma campanha para a integração da comunidade cigana na sociedade generalizada, apesar de concordar com todas as campanhas que promovam a integração, nesta tenho de discordar na sua essência.
O problema não está na forma como aceitamos a etnia cigana e sim como a etnia aceita a sociedade, o governo agarrou esta oportunidade para se auto-promover gastando dinheiro do contribuinte numa campanha nula de utilidade para ambos os lados.
 
Como pode a sociedade em geral receber e promover quem não quer ser incluída nela, temos a obrigação de criar a igualdade, mas também a comunidade cigana tem a obrigação de seguir as regras instituídas, e aqui é que a porca torce o rabo.
 
Ao comum cidadão são instituídas obrigações, e o problema da integração cigana é exactamente este ponto, querem direitos mas não querem as obrigações inerentes à mesma.
 
Menos de 15% da comunidade paga impostos, vemos uma larga maioria a viver em casas do estado com rendas reduzidas(mesmo assim não pagam), e com carros topo de gama à porta, vamos aos hospitais e uma qualquer pulseira azul ou verde passa a amarela em virtude de ameaças e medo, enquanto os restantes dos contribuintes aguardam enfermos a sua tardia vez na sala de espera, quantas vezes com o mesmo modus operandis vamos à segurança social e somos passados à frente de forma vergonhosa, quantas vezes nas escolas não vimos a forma proteccionista dada aos filhos de etnia cigana, mesmo quando os nossos são maltratados por eles, quantas vezes não assistimos à falta de respeito constante por parte homens, mulheres e crianças ciganas?
 
Pois é, isto da igualdade é algo interessante, mas primeiro temos de questionar se de facto querem ser integrados, ou apenas mamar a cada vez mais seca teta do estado, esse mesmo estado que de forma bacoca protege quem dele foge.

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Os Kalkitos políticos, que ceifam vidas.

Não tenho palavras para descrever o que podem estar a sentir as familias enlutadas neste momento, apenas posso dar a minha solidariedade.
Por culpa dos vários equus asinus que se sentam alternadamente nas cadeiras do poder, vamos tendo uma política de morte, que usam as pessoas e os seus dramas como kalkitos.
Vejo muitas figuras do aparelho de estado enlutados de falsos moralismos e oposição mascarada na pouca vergonha da acusação vã, esses sim são de facto os criminosos.
Se algum do dinheiro que foi gasto em resgates bancários fosse aplicado em protecção e prevencção do território ou mesmo na aquisição de meios aéreos de combate aos incêndios ou na formação de bombeiros profissionais, o nosso esforço económico não tinha sido em vão.
Desde 1978 nunca vi nenhum governo abdicar do IVA em recolha de bens e mantimentos, têm na dita protecção civil uma mama de meia dúzia de chulecos e nos municípios, incompetentes que apenas adornam planos que datam de 1991.
Enfim, lamento o estado que nos trata como kalkitos.

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